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Como retirar uma tatuagem utilizando raios Laser

Você sabe que fazer uma tatuagem em seu corpo não é um trabalho simples e é bastante caro não é? Eu conheço muitos tatuadores que cobram em média de 300 a 1.500 reais por uma pequena tatuagem. E dependendo da forma e das características dela, este valor pode ser maior.

Agora imagine se você fez uma tattoo, se arrependeu e resolveu retirar ela definitivamente de seu corpo. Pode sair ainda mais caro. Além de ser um enorme trabalho que pode demandar várias visitas ao profissional tatuador.

Abaixo, o pessoal do site Smarter Every Day fez um vídeo mostrando como retirar uma tatuagem a laser. E não é qualquer um tipo de laser. Assista o vídeo e, pense duas vezes antes de fazer "aquela tattoo incrível", pois dependendo da situação, pode ser que ela fique para sempre no seu corpo.


Boa sorte!

O STF e o risco à Democracia

O juiz e ministro, Celso de Mello, vai desempatar uma disputa no STF que ficou em 5 X 5 a respeito dos embargos infringentes, um direito dos réus à ampla defesa na AP470, processo vulgarmente chamado de "mensalão", uma vez que no julgamento em questão não houve unanimidade pela condenação. Há, entretanto, em alguns setores da imprensa brasileira, quem trate este julgamento como se fosse "o julgamento do século". E há também jornalistas e políticos (histéricos!) que dizem que o ministro Celso de Mello vai votar por 190 milhões de brasileiros, e que estaria ele decidindo não apenas o futuro do país como também o destino de milhões de vidas, entre elas a minha e a sua, leitor. Sinceramente, o que vejo e penso é que há muita desinformação e má-fé.

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Não sei quem deu à esses políticos e jornalistas o direito de falar por mim ou por você (você sabe quem foi, leitor?)...Eles são mesmo de uma prepotência nefasta. Há, porém, no conjunto desta "obra" toda, colunistas de jornais e diretores de redação de revistas que distorcem (na maior cara de pau, diga-se também) as verdadeiras informações sobre o caso, e também a informação real sobre os direitos dos réus.

Em minha modesta opinião, além desses profissionais estarem errados, estão usando de má-fé para com você leitor. Na verdade, estão te tratando como um verdadeiro idiota, pois estão prestando-lhe um desserviço jornalístico com a única intenção de fazê-lo acreditar em suas mentiras, e ocultando de você, de fato, o que há de verdade nisso tudo; os interesses políticos de seus patrões, os donos da mídia.

O direito à ampla defesa no caso batizado de "mensalão" não pertence só a José Dirceu e aos réus no julgamento, E sequer é - ou será - este o fim do mundo como alardeia e tenta fazer crer essa imprensa hipócrita e amante da ditadura.

O direito a ampla defesa, em qualquer julgamento, pertence à todos os brasileiros. E pertence também, inclusive, as organizações Globo, ao Estadão e Folha SP, ao Sr. Merval, à Sra. Eliane Cantanhede, aos colunistas capachos da revista Veja (que hoje incitam e promovem o ódio e a condenação dos réus), e igualmente aos próprios ministros e juízes se, porventura, amanhã, eles forem flagrados participando de negociatas, crimes, ou recebendo benesses, propinas, etc. O que, já sabemos, não é tão difícil de ocorrer em um país como o Brasil.

Portanto, qualquer decisão que não leve em conta o direito à defesa é uma decisão ditatorial. E só é tomada por aquelas pessoas que tem dificuldade e não sabem conviver em um regime democrático. São decisões de pessoas que nutrem apreço pelo tempo da escravatura, algo completamente inadmissível e inconcebível no mundo moderno e atual.

Coitado de um país, de um povo e de uma democracia neste país, se o STF, a sua maior instância jurídica, não respeita essas regras universais.

Morar só e ser o dono do próprio nariz

O assunto ainda está em voga e vale para todos os jovens: homens e mulheres. Segue abaixo o depoimento de três pessoas que decidiram morar só e hoje vivem muito bem. Todos estão felizes e fazem questão de dizer em alto e bom som como é esta vida e como não trocam esse estilo de vida por nada.

É o que sempre digo: estar só ou morar só não significa necessariamente ser solitário ou estar infeliz. É mais uma questão de autovalorização da sua individualidade. A verdade é que nunca estará - ou se sentirá - sozinho (ou sozinha) aquela pessoa que gosta de si mesma e de sua propria companhia.

Dona do próprio nariz

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Milena Marques: micro-empresária de produções culturais, 39 anos, mora sozinha há três anos. Viveu os anos da faculdade em uma república no interior de São Paulo e depois voltou para a casa dos pais na capital paulista: "Quase enlouqueci, porque já tinha minha individualidade e não queria mais ter que seguir regras da família." Dividiu, então, um apartamento com uma amiga durante um ano e meio, até comprar um cantinho com a ajuda da família. Para Milena, o lado bom e, ao mesmo tempo ruim de morar só, é ser responsável por tudo, do conserto do chuveiro até os cuidados com a gata. Ela confessa que tem horas que a solidão bate, mas que isso também acontecia mesmo morando com outras pessoas. Nos últimos anos, nenhum relacionamento foi o forte o suficiente para que mudasse seu estilo de vida: "Tinha que ter sido muito mais especial do que o que eu tenho estando sozinha. Tenho mais tempo e espaço para decidir o que quero fazer, sem precisar atender ninguém."

Autonomia é = + criatividade
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Fabio Almeida, produtor de vídeos, morou até os 30 anos com a família, até ir para Londres, onde passou dois anos cuidando da própria vida. Quando voltou para o país, nem pensou duas vezes. "Queria montar uma casa onde pudesse deixar meus materiais de desenho sempre à mão e pudesse desenhar na parede quando quisesse. Queria ter uma decoração com cara de quem acabou de chegar ou vai sair, sem precisar contemplar os gostos de outra pessoa." Mas isso não representava para ele se afastar de ninguém. Pelo contrário, encontrou um apartamento perto de onde moram os amigos e com fácil acesso aos lugares aonde gosta de ir. De vida social intensa e bom relacionamento com a família, Fabio já mora há cinco anos sozinho e diz que quando está em casa é porque precisa. "Aqui é meu refúgio, onde recarrego a bateria. Encontrei alguém, com quem estou há dois anos, que mora perto e concorda que o relacionamento funciona bem com cada um tendo o seu próprio refúgio." E é assim que ele prefere que continue sendo.

Amadurecer é bom com + liberdade
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Aide Torres, pesquisadora de marketing, 48 anos, já foi casada durante dez anos, depois morou somente com o filho – que hoje está na faculdade – e, mais tarde, com amigas. Há dois anos e meio encontrou um apartamento que pode manter só para si. Não vê desvantagem em viver só. "Claro que existem ganhos na convivência e na troca, quando se tem mais gente na casa. Mas não sou solitária por morar sozinha. Recebo gente e saio bastante." Para Aide, o tempo de morar junto com outras pessoas já passou. Ela acredita que estar só consigo mesma e se sentir bem é uma vitória: "Tem gente que não consegue isso, mas, no meu caso, é importante para manter o equilíbrio." Os planos com o namorado são de compartilhar uma casa de fim de semana, mas manter o esquema do cotidiano como é hoje. "Ter aquele monte de compromissos ao morar com marido ou filho pesou para mim. Gosto de encontrar as coisas do jeito que deixei. De ter liberdade de fazer o que quiser."

Então é isso aí! Sejam felizes! :-)

Para que serve a solidão?

Para refletir

Eu não gosto de olhar a solidão com cara de poucos amigos e extrair dela apenas o vazio que é visível e óbvio. Estar sozinho – e suportar tal condição – deve ser um exercício de paciência, de administração do tempo e de tolerância consigo próprio. Alguns se saem bem ao fazer essa tarefa, outros, desvalorizam esse momento de introspecção.

Conheço pessoas com verdadeiro pavor de ficar a sós e elas estranham quando desligo o celular, dizendo frases do tipo: "se é para desligar o telefone, melhor não tê-lo"... Vejo as coisas de um modo diferente, e sinto que se não puder me desconectar daquele aparelhinho na hora em que julgar necessário não serei eu a lhe ter, mas ele a ter-me. Daí, aperto o botão vermelho como quem pede descanso para a mente e não como quem detona uma bomba atômica. Ainda acho que não estar presente em todos os cantos é o gesto mais normal e humano do mundo. Desculpem-me os dissonantes.

Ultimamente tenho tido poucas solidões, o que também é saudável para quem vive em sociedade. Gosto de aproveitar os "momentos" ouvindo músicas antigas, fazendo poemas livremente à mesa da sala, almoçando quando a fome vier, criando ilusões, vestindo menos roupas e quase sempre me olhando no espelho. Espelhos, aliás, são objetos de preparar alguém para outro alguém – sempre os encarei assim. E na solidão mais vale o original do que o reflexo – nem todas as vezes correspondente fiel da matéria bruta.

Estar só faz bem, ser sozinho, porém, é melancólico e provavelmente paranóico. De uma forma ou de outra qualquer um precisa de outro para contar piadas gastas e arrancar um riso fácil, para dormir despojado no sofá, comentar um comercial na TV, dizer como foi o dia, reclamar da vida, lamentar a morte, ajudar nas decisões, tirar o cisco do olho, dividir as dívidas... Enfim, fazer coisas e segredos que não se pode botar em textos.

Esse post foi originalmente escrito pela Isolda Herculano, e reescrito aqui por mim com a autorização dela - pela incrível semelhança de nossos pensamentos sobre o assunto.

As chuvas e as áreas de risco

A natureza continua enviando 'seus recados', diariamente, para quem mora em áreas de risco. Aqui em PE, as chuvas voltaram e, dessa vez, mais intensas. Aqueles que vivem em periferias e morros estão constantemente expostos aos estragos provocados pela chuvas e pela elevação dos canais. Foi vendo isto que eu pensei: não seria este o momento para que, prefeitos e governadores desses municipios, diante da tragédia ocorrida em Angra (RJ), tomassem providências urgentes, ao menos, evitando novas invasões através de uma rigorosa fiscalização?

Casas em áreas de risco

O que pode fazer as Câmaras Municipais neste ano eleitoral, alem dos senhores deputados prometerem melhorias em troca de votos?... A ocupação criminosa por pessoas em áreas de risco já deveria pertencer ao passado de todas as cidades, mas ainda não é o que se vê.

O que se vê é o surgimento, cada vez mais, de loteamentos não autorizados e intervenções ilegais em áreas verdes e corte de morros. Até quando haverá esse descaso dos governos? Até que uma nova tragédia ocorra?

A herança de Barack Obama

O novo presidente Barack Obama toma posse hoje e ele sabe o que o espera. Para alguns americanos, o governo Bush foi ruim e, para outros, fui MUITO ruim. Entre outras coisas, George W. Bush deixou uma forte crise financeira e um país em frangalhos moral como herança.

Barack Obama toma posse como novo presidente dos EUA

O dia de hoje é histórico (20/01/09). É a posse do primeiro presidente negro dos EUA (enquanto escrevo esse texto, creio, ele já deve estar discursando... já são exatamente 14:21h). O mundo todo está com os olhos em Obama. E todos aguardam ansiosamente suas decisões naquele país -  que se refletem em quase todos os outros países do mundo.

Eu acredito que, Obama pode até ter as melhores intenções, mas atuando no governo, é como já disse e lembrou uma vez o presidente Lula: "A máquina é capaz de nos transformar em algo diferente daquilo que pensamos ser quando chegamos à Presidência".

Lula, é a própria voz da experiência.

Imagem via google

A guerra é desumana

No post anterior, alguns leitores me questionaram por e-mail, se eu estaria sendo contra ou a favor dos ataques israelenses em Gaza. Sou contra.
Para esclarecer melhor essa opinião, faço algumas perguntas para o leitor refletir: Qual a razão de uma guerra? Existe alguma razão que justifique o sangue de inocentes que uma guerra faz derramar?
Ou mesmo os mortos, órfãos e aleijados que ela produz?... Não. Para mim, não há razão.

criaças morrendo na faixa de gaza
Naquela região, sou a favor de uma intervenção pacífica das autoridades.
Eu não conheço o grupo radical Hamas. Mas entendo que, qualquer que sejam as pessoas ou a sociedade que tenha que viver em condições de vida sub-humanas devem ter lá suas crenças. E, obviamente, são crenças que não devem ser nada positivas.

Apesar de ter sido democraticamente eleito em Gaza (embora não reconhecido por Israel), o Hamas cometeu sim alguns crimes de guerra. Foram os seguintes:
1- disparar contra civis israelenses. 2- usar civis inocentes como escudo. 3- tentar destruir um país membro da ONU.
Juridicamente, a ação militar israelense é legítima. O artigo 51 da carta da ONU reserva às nações o direito de agir em defesa própria contra ataques armados. O que limita essa ação é a sua 'proporcionalidade'. Ou seja, para cada 10 vítimas, Israel não poderia matar mais de 200 em retaliação.

Quando citei Obama, lembrei que por ser os EUA uma referência (os donos do mundo como acham alguns), eles não podem ignorar esse clamor mundial. Devem se posicionar no sentido de solucionar esse genocídio. E uma dessas posições seria, ao menos, o de interromper o fornecimento de armas à Israel. Entre outras medidas.

Em verdade mesmo, o que eu penso é que, não importa se o Hamas iniciou essa guerra e interrompeu a tregua lançando foguetes em Israel, ou se a reação de Israel é desproporcional. Isso tudo é blá blá blá. 
Toda vez que uma criança morre bombardeada e aparece na TV, qualquer argumento racional vira falácia. Toda vez que uma criança morre bombardeada, politicos e governantes de qualquer dos dois lados desse conflito, se transformam em covardes assassinos que envergonham a espécie humana.

Quer saber mais? Visite o blog In Gaza direto do conflito

Obama, Israel e os ataques na Faixa de Gaza

Parece-me uma visão irreal alimentar a expectativa de que o futuro presidente dos EUA, Barack Obama, vá condenar a reação de Israel aos ataques na Faixa de Gaza, que visam derrubar o grupo radical político Hamas.

Ataques de Israel na faixa de Gaza

E digo isso porque, é bom lembrar, em Julho de 2008, quando ainda era candidato à presidência dos EUA, o senador Obama esteve na cidade de Sderot (Israel) - alvo frequente dos mísseis do Hamas - e declarou textualmente: "se alguem lançasse misséis sobre minha casa, onde minhas duas filhas dormem todas as noites, faria tudo que estivesse em meu poder para que isso acabasse".

Uma declaração que pode até ser interpretada como estímulo, ou apoio para que Israel intensifique suas ações de guerra naquela região. Se foi retórica política dele ou não, nunca se sabe.

Para quase todo o mundo, Obama personifica o "bem" à frente do governo norte-americano contrapondo-se ao "mal" (George W. Bush), porém não seria nenhuma surpresa se a política externa dos EUA mudasse em relação a esse conflito. Afinal, 'políticas' mudam constantemente, do dia para noite.

Em vários países há manifestações de protesto contra os desproporcionais ataques feitos pelas forças israelenses em Gaza. Os mortos já passam dos 500. A ONU, que para mim, não passa de um órgão de "ficção jurídica em política internacional" desrespeitada desde a invasão do Iraque, também já condenou os ataques. Apesar de tudo isso, eu acredito (e espero) que Obama, em sua decisão, lute.
Para conseguir, ao menos, das duas partes em guerra o que hoje parece impossível de se obter: a paz e a demarcação de territórios entre israelenses e palestinos.

E tente isso pacificamente, mesmo que os EUA esteja envolvido com sérios problemas, como no Iraque e Afeganistão.

O que você deve saber antes de investir seu dinheiro em ações na bolsa

Como eu já havia dito antes vou escrever um pouco de minha experiência com investimentos em ações.
Investir tem muito haver com Psicologia: antes de tomar alguma atitude no mercado financeiro você precisa conhecer-se bem para fazer a coisa certa e não fazer a coisa errada.

Como investir em ações na bolsa

Em época de muita atividade no mercado financeiro como agora, onde a bolsa sobe muito, o dólar parece estagnado e a queda dos juros não se acentua, muitos investidores se sentem perdidos e não sabem ao certo o que fazer com o dinheiro que já têm aplicado.

São em períodos como este, que a grande maioria dos investidores comete erros mortais na distribuição dos seus investimentos, pois tomam suas decisões de forma impulsiva (emocional) e não com base em uma análise detalhada (racional) do que querem atingir com seus investimentos.

O primeiro passo na hora de investir seu dinheiro é pensar e criar uma estratégia de investimento. Você precisa definir se sua intenção é acumular dinheiro suficiente para comprar uma casa, um carro, ou para ter, no futuro, um patrimônio que lhe garanta sua qualidade de vida.

Com base nestas respostas você vai saber: quanto tempo deixará o dinheiro aplicado, que tipo de risco está disposto a correr, e quanto poderá investir inicialmente. É exatamente esta estratégia (posição) que deve guiar suas decisões de investimento, e nunca os boatos ou as oscilações do mercado. Isto não quer dizer que você nunca deve rever a "maneira" com que aplica seu dinheiro, mas sim que, ao rever "esta maneira", você deve sempre priorizar aquelas que estejam de acordo com essa estratégia.

Investir corretamente lhe dará bons lucros, mas exige informação e paciência. Lembre-se que no mercado financeiro, risco e retorno andam de mãos dadas. Não vale a pena correr riscos enquanto você ainda não estiver familiarizado com o assunto. E de nada adianta o mercado está em alta e ser rentável no longo prazo, se você não tiver a tranquilidade necessária para aguentar os momentos de forte volatilidade.

Quando o assunto é investimento, geralmente quem segue o que a maioria está fazendo acaba perdendo dinheiro. Se todo mundo está falando em investir na bolsa agora, é provável que este não seja mais o melhor momento para comprar, mas sim para vender. Então abra o olho e, nada de tomar decisões pelo impulso.

Como escolher seu advogado

Devido a enxurrada de processos existentes hoje em dia – onde até um xingamento a alguém vira caso de polícia e de justiça - você precisa saber usar seus direitos. Porém, para isso, hoje, como escolher um bom advogado? O que levar em conta na hora de optar por um profissional que seja ético?

advogado

Primeiro, lembre-se que a contratação de um advogado mal intencionado é algo que vai aumentar ainda mais seus problemas ao invés de resolvê-los, e que pode tornar-se um rombo enorme nas suas contas. Mas aí então, como escolher? Veja essa lista abaixo que eu fiz:

- Referências
Procure fazer a escolha com base em indicações. Converse com amigos de sua confiança para saber com quais advogados eles já trabalharam e se ficaram satisfeitos com o serviço. Busque saber também dos clientes desse advogado outras informações sobre ele.
- Nível de Experiência
Verifique se o advogado com o qual pretende trabalhar tem experiência suficiente. Convém conhecer as causas que ele já defendeu para avaliar se ele tem realmente conhecimento.
- Discrição
Evite trabalhar com advogados que fazem muita propaganda e anúncios, ou enviam malas-diretas oferecendo seus serviços por aí. Em geral quem precisa fazer barulho é porque os resultados que alcançou em suas causas não foram das melhores (e não conseguiram formar uma clientela fiel).
- Garantia de Ganhos
Fuja dos advogados que prometem resultados positivos a seu favor logo na primeira conversa. Profissionais éticos sabem que não é assim que a coisa funciona.
- Outras Atividades
Tome cuidado com advogados que mantém outras atividades no mesmo escritório, como por exemplo, corretagem de imóveis ou serviços de contabilidade. Eles podem não se dedicar com afinco à sua causa (o código de ética da profissão não permite a prestação de outros serviços em escritórios de advocacia). E cuidado também com os advogados que criam associações. Alguns querem apenas atrair clientes desavisados para extorqui-los.
- Pagamento
Defina no contrato qual vai ser a sua forma de pagamento. Você pode pagar por uma quantidade de horas trabalhadas em função da causa ou, com um percentual no valor da causa. Se optar por horas trabalhadas lembre-se que, os honorários de muitos advogados podem ir às nuvens quando eles ligam o taxímetro.
- Valor do Pagamento
Fique esperto com os advogados que praticam preços bem abaixo da média do mercado (existe uma tabela de honorários na OAB). Eles podem estar de olho em outros bens que você possui alem do dinheiro que você vai lhes pagar.
- Contrato
Por ultimo, fique atento ao contrato. Documente e guarde tudo. Seja e-mails, fax ou cartas. Lembre-se sempre de que você está lidando com um profissional que SABE MUITO MAIS DO QUE VOCÊ as entrelinhas de qualquer contrato e a legislação, portanto, tenha cuidado.

Decisão Inédita na Justiça: Pai deve pagar Indenização ao Filho por Falta de Afeto?

pai-filho

A Justiça no Brasil deve dar esse mês um desfecho inédito para um dos casos mais controversos no país.
Alexandre Fortes (analista de sistemas) pediu na justiça uma indenização por danos morais ao pai alegando falta de afeto (veja a história toda aqui). Como não existe nada semelhante em registro na justiça sobre o caso, a decisão dos magistrados pode ser, em minha opinião, mesmo em favor do rapaz, perigosa.

"Perigosa" no sentido de que, não cabe (somente) ao pai dar afeto ao filho. E até mesmo se ele não quisesse fazê-lo, como obrigá-lo? - é uma questão da consciência dele. Cabe mais à mãe (e é função dela - por ser do lar). Ao pai cabe participar, dar o sustento e colaborar para o crescimento e desenvolvimento do filho igualmente.

Não acho uma boa idéia a Justiça fazer o papel de psicológa ou psicanalista da família. Imaginem a enxurrada de processos que vão surgir logo após esse caso com base nesse preceito: "Filho ou filha quer indenização do pai por falta de carinho". Sei que é uma questão delicada e importante, uma vez que também deve ser assegurado o direito do rapaz como filho, mas fico preocupado com a decisão do magistrado sobre o fato.

Tudo isso demonstra o quanto é frágil e cheia de brechas a constituição, o código cívil e penal no Brasil.
O que abre precedentes para que pessoas de má-fé (não é esse o caso do rapaz, estou dando só um exemplo) usem e abusem deles para exercer direitos pessoais - que muitas vezes nem tem.
Acredito que deva-se ter bom senso e saber separar bem o trigo do joio nesta questão.

Fonte: Revista Época.

A díficil arte de saber escolher

Quando chega a hora de dizer:'NÂO'

Quem planta colhe, diz o ditado popular.
Boa parte dos resultados obtidos por nós, seja no ambiente profissional ou pessoal, está relacionado as nossas escolhas e a nossa atitude diante dos fatos da vida e assim deve ser sempre.

Esta semana, me vi diante de um impasse horrível. Tinha de tomar uma decisão enérgica e justa mesmo sofrendo sob forte estresse. Embora naquele momento as minhas emoções eram muitas e a adrenalina alta, consegui me concentrar e fiz o que deveria ter feito.

Nos meu dia a dia, tenho por hábito, na hora de decidir sobre "dar um basta" na relação, esgotar todas as possibilidades e assim foi. Fiz testes com essa pessoa. Observei seu comportamento durante dias. Seus procedimentos. Visualizei as possibilidades de "estar e viver no futuro ao lado dela". Dei chances para ela mudar. Tomar tendência. Melhorar. Mas nada, nada mesmo. Ela nem piscou. Cheguei a conclusão então que "não tinha jeito".

Há pessoas que dizem que querem mudar. Mas é só da boca pra fora.

Na verdade, esse tipo de gente já está satisfeita com o que tem. Em como é e como representa. Levam seus relacionamentos na lábia, na conversa mole, na tapeação. Agem assim por esperteza ou, porque são pessoas que buscam alguem que "tome conta delas", como se fossem eternas crianças adultas que nunca irão crescer, e nunca assumir nada.

Infelizmente, nesse mundo em que vivemos, sempre encontraremos pessoas boas e pessoas ruins, e mais vezes pessoas ruins disfarçadas de boas, mas nunca o inverso. Mas no fim, a escolha é somente nossa, e as responsabilidades pela decisão que tomamos também. Depois, não adianta chorar, e nem jogar a culpa nos outros. E pior ainda se arrepender...

Estou tranquilo :)