Projeto de lei para controlar a internet é o que não falta

Circula no congresso dos EUA, um projeto de lei conhecido como GOFA, que daria plenos poderes ao presidente americano, para que ele, em caso de um ataque cibernético ou uma crise de cybersegurança, possa desconectar da internet todos os PCs públicos e privados sem intervenção do poder legislativo ou do judiciário. Essa ideia, que é apenas mais uma de muitas com a intenção de controlar a Net, foi criada por parlamentares americanos que são famosos por 'casos obssessivos e conspiratórios' naquele país. A organização NetChoice expôs, em seu site, as 10 piores propostas de controle a rede que tramitam por lá.

Projetos para controlar a internet tem aos montes por aí!

Recentemente, eu li sobre o projeto de controle a rede que teve o apoio do presidente Sarkozi, e que havia até sido aprovado pelo senado na França.

A ideia daquele projeto era que, vigiado pelos provedores, os usuários não poderiam baixar para seus PCs conteúdo protegido por direitos autorais. Se o fizessem, em um primeiro momento, seriam advertido por e-mail. Se continuassem, recebiam carta registrada e, se insistissem, eram banido da internet por um ano. Ficavam ainda proibido de acessar e até de contratar outro provedor. O projeto não decolou. Foi arquivado pelo Conselho Constitucional da França que, entre outras razões, revelou que ele violava o direito de privacidade e os príncipios da presunção de inocência.

Aqui no Brasil, continua a polêmica novela em torno da lei Azeredo (PL 84/1999).
No entanto, apesar de saber que algo realmente precisa ser feito, eu concordo que o direito de acesso, para todos, é essencial. E que isto não pode, e nem deve, nunca ser suprimido - salvo, claro, quando for em caso de decisão judicial.

Xuxa e o primeiro Bing Bombing

Que a qualidade do programa da Xuxa não é boa isto todos nós já sabemos, agora como explicar este resultado na primeira página do Bing - o buscador oficial da Microsoft e concorrente do google.

O resultado da busca no Bing que leva ao site da Xuxa
Seria este o primeiro Bing Bombing?

Em tempo: ao checar meu Analytics já pude ver um bom número de acessos a este blog via Bing. Parece-me que a campanha da Microsoft para viabilizar o seu novo buscador segue de vento em popa :)

Taxação da poupança: e o que mais virá?

Dias atrás, recebi o relatório oficial daquele confisco da poupança na era Collor.
Lendo-o, percebi claramente que, os motivos que a ministra Zélia Cardoso e o ex-presidente Fernando Collor tiveram para fazer "aquilo" com os brasileiros, foram mesmo os mais futéis e banais. Não havia, e nem houve, nenhuma justificativa plausível. Eles provocaram o maior assalto aos nossos bolsos de toda a história, e de que se tem notícia.

Mantega e Meirelles anunciaram a taxação da poupança

Para quem desconhece, a caderneta de poupança foi criada por decreto do imperador D. Pedro II em 1861, e só começou a receber depósitos de escravos em 1871 - que o faziam em nome de seus donos. Depois vieram os depósitos de mulheres casadas em 1915, a correção monetária em 1964, o confisco em 1990 e, a partir de 2010, virá agora a taxação para saldos superiores a R$ 50.000 por obra deste governo.

Queira Deus, que seja a última e única taxação, uma vez que este dinheiro depositado, principalmente pela classe média, serve como uma economia para uma compra planejada com muito sacrifício, ou para socorrer o depositante em um momento difícil.

Não devemos esquecer que foi na gestão de Sarney e Collor - ambos hoje senadores - que os índices de correção da poupança foram diminuidos e que, só com muito tempo depois (já sem eles no poder), a justiça determinou a reposição desta correção. Fiquemos atentos, pois.

E por falar em The Economist...

Saiu mais um artigo sobre o Brasil e o futuro da América

The Economist: a mais conceituada revista de economia do mundo
P.S. Você pode ler usando o tradutor web do Google em portugues/br aqui