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Como a imprensa manipula você e se omite de dizer a verdade

No Brasil, infelizmente, criou-se a ideia que basta que uma pessoa saia na capa de uma revista ou jornal influente como suspeita de alguma coisa para que ela já deva ser condenada sumariamente.

Todas as pessoas comuns que leem essas matérias e pregam isso caem no erro induzido pela revista ou jornal, que é o de condenar e linchar antecipadamente o suspeito ou a suspeita. O que esses leitores não sabem ou não se dão conta - ou sabem e fingem não saber - é que essas supostas reportagens em revistas e jornais são feitas "sob medida" pelos donos dessas empresas com "interesses próprios e não-confessos" nas eleições e no governo brasileiro.

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Toda época de eleição isso surge, e surge sempre com maior ênfase. O que poucos percebem, entretanto, é que essas mesmas revistas e jornais não se indignam quando o assunto é, por exemplo, uma suposta corrupção de seus aliados. Vejam só, hoje está a maior falta de água em São Paulo e o que foi feito do dinheiro investido na Sabesp?... Não se vê nenhuma capa ou matéria indignada dessas revistas e jornais sobre isso. Porque?

Cabe ao eleitor e a eleitora com bom senso não cair nessa "armadilha" criada na matéria dessas revistas. Eles trabalham com informação e a manipulam da forma que for mais conveniente para eles e para seus "aliados". A intenção é a de sempre; lhe enganar, deixá-lo cativo e desinformado, e fazer você acreditar cegamente no que eles publicam.

Nenhum brasileiro ou brasileira em sã consciência iria condenar outra somente por que viu numa revista, leu numa revista, apareceu na TV ou porque todo mundo fala mau do suspeito...

A imprensa (apenas uma parte dela) se vale do "nobre conceito da imprensa livre" para fazer panfletagem para os amigos, botar o terror nos inimigos e, sem trégua, trabalhar a mente dos incautos e incautas. Isto, leitor, é sempre perigoso em suas relações e relacionamentos.

Em pleno século XXI não cabe mais as pessoas acreditarem cegamente no que leem ou veem na TV e achar que isso é a verdade absoluta. É preciso ter prudência. Até mesmo para não cometer injustiças e não condenar pessoas inocentes.

Se a imprensa brada para que você cometa injustiças previamente, meu conselho é, espere pelos fatos. Não caia nessa "onda". Até porque, donos de revistas e jornais, nunca vão lhe dizer, mas eles não são e nunca foram pessoas éticas. Eles defendem unicamente seus próprios interesses - e os interesses de quem pagam à eles - e atacam duro todos aqueles a quem tem por inimigos. 

Pense nisso antes de ler uma revista, assistir a uma "suposta indignação" de um repórter na TV e sair por aí culpando alguém. Reflita. Use o cérebro.

Por que um filho teu não foge à luta

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Parabéns Brasil!

Hino Nacional Brasileiro

Bolsa Família: 10 anos de sucesso e de preconceito

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O programa social que alguns especialistas da mídia e estudiosos da sociologia da elite brasileira rotularam de eleitoreiro, bolsa esmola e bolsa preguiça completou 10 anos de sucesso.

10 anos de sucesso e 10 anos de preconceito.

É inimaginável que, em um país onde apenas uma minoria tem acesso a oportunidades de estudo e privilégios, esta mesma minoria, hoje formada, trate um programa social que beneficia milhões de pessoas que não tiveram - e nem tem - essa mesma oportunidade como uma "bolsa esmola".

É egoísmo, muita maldade, má-fé e antipatriotismo. Veja bem: se você passa anos estudando, se forma, profissionaliza-se e ao final de tudo tem uma "visão assim do Brasil", desculpe-me, mas é preferível que vivesse a vida eterna no analfabetismo.

Eu não sou desumano a esse ponto. E não sou rico, mas se fosse, eu ia preferir dá "exemplos" e não "chicote" - menos ainda em quem já é chicoteado pela vida.

A melhor definição que se pode dá deste programa para pessoas que apenas o enxergam pelo viés político é a que descreveu o Afonso Sepulveda em seu post no Medium. Ele disse:

"(...) Talvez, o que irrita tantos sobre Bolsa Família é que o programa dá a chance do beneficiado usar o dinheiro do auxílio da forma que bem entender, comprando o produto que bem quiser (...) Não se surpreenda. Pessoas carentes (uma palavra que, nós, classe média, adoramos usar para aliviar culpa) também fazem parte da sociedade de consumo e provavelmente gostariam de ter mais poder de aquisição. É aí que programas como o Bolsa Família atuam: eles reduzem os efeitos da falta de oportunidades que são negadas aos que estão fora da bolha."

Afonso Sepulveda é jovem e não é um esquerdista. É apenas uma pessoa coerente. Ele enxerga o óbvio e o fundamental. Em seu post, ao tentar convencer seus parentes e familiares apoiadores da Direita sobre esse programa social, ele faz mais ainda: mostra que enxerga o Brasil real.

Veja o que disse também sobre as cotas universitárias para negros: "(...)É muito fácil falar sobre meritocracia na educação quando seu filho, branco, nunca perdeu um emprego ou foi vítima de preconceito racial ou nunca precisou estudar em um colégio público de ensino de má qualidade. Por isso, precisamos de cotas e elas não vão fazer seu filho ter menos oportunidades na vida. Quem sabe um dia, sem o racismo e falta de ensino de qualidade para instituições públicas, possamos viver em uma meritocracia nos vestibulares."

Afonso sabe, assim como eu sei, que o Brasil é muito maior que as grades do muro de sua casa ou de sua empresa.

Ele não tem essa visão míope do país. E, sinceramente, nós não precisamos ser esquerdistas ou gostar do PT para ver e entender que há milhões de pessoas ainda necessitadas no Brasil. Basta sermos "humano", ter bom senso e, principalmente, não ser um anti-brasileiro.

Formulário de Inscrição do programa Minha Casa Minha Vida


Interessados em obter a sua tão sonhada casa própria - ou em sair definitivamente do aluguel - tem agora uma excelente oportunidade para isto. O programa Minha Casa Minha Vida do governo federal, está construindo em todo o território nacional mais de 2 milhões de casas para pessoas de baixa renda e da nova classe média. E a cidade em que mora pode ter sido uma das beneficiadas.

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Para obter informações e se inscrever no programa Minha Casa Minha Vida preencha e envie o formulário abaixo e aguarde a resposta que virá à seu e-mail:


Algumas observações importantes: Preencha corretamente o formulário sem errar o seu e-mail, pois a resposta virá para ele. Após o preenchimento do formulário, não haverá respostas via telefone, só por email. A atual prefeitura de sua cidade é a responsável pela organização e pelo sorteio das casas através deste programa (quando houver).

Com ganhos de até dois salários mínimos ou mais você já poderá financiar uma casa ou apartamento no programa Minha Casa Minha Vida através da CEF. A Caixa Econômica Federal disponibiliza canais de atendimento nas agências e um telefone para quem quiser tirar todas as dúvidas. Uma outra forma de saber mais sobre o programa - e até como ele funciona - é ligar no número 08007260101 (a ligação é gratuita). Digite a opção 4 e peça para falar com uma das atendentes.

A inscrição no programa Minha Casa Minha Vida pela internet, até o momento, só está válida para os estados de São Paulo e Pernambuco, já a inscrição pelo formulário pode ser feita em todo o país. Então, não percam mais tempo e inscrevam-se agora mesmo. Boa sorte!

A Conta de Luz vai ficar mais Barata

Finalmente, uma boa notícia. A presidente Dilma Rousseff anunciou um pacote de medidas que vai baratear a conta de luz de cada cidadão brasileiro. Para deixar a conta de energia mais barata, a presidente irá mexer nos impostos cobrados nessas contas, os chamados "encargos setoriais". Esses encargos (impostos) são um dos principais responsáveis pelos alto custo da energia no Brasil.

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Esses impostos, ou "encargos setoriais" como são chamados, são, na verdade, as taxas arrecadadas pelo governo federal para bancar iniciativas específicas na área de energia em nosso país, entretanto, ao longo dos últimos anos, verificou-se um desvio na finalidade desses encargos. Um exemplo foi que, no passado, a taxa CCC (Conta de Consumo de Combustíveis) era usada para cobrir os custos de combustíveis fósseis da geração térmica dos sistemas isolados, entre outros itens. Hoje, essa mesma taxa responde até mesmo pela compensação do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) na venda do diesel usado para a geração térmica. Uma prova, ou de incompetência administrativa do governo, ou de "desvio" com má fé.

Você não sabe mas, em nossa conta de luz mensal, são cobradas pelo menos oito tipo diferentes de impostos. Os que oferecem a maior arrecadação para o governo federal são; a CDE (Conta de Desenvolvimento Energético) que gerou aos cofres da União em 2011 a quantia de R$ 3,31 bilhões; a CFURH (Compensação Financeira pela Utilização dos Recursos Hídricos) estimada em R$ 2,01 bilhões; o Proinfa (Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia) que rendeu R$ 2,06 bilhões só em 2011 e a RGR (Reserva Global de Reversão), com uma soma no ano passado de R$ 1,72 bilhão.

E sem falar na "taxa de iluminação pública" e na "tarifa de cobertura de custos" da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) que também vem embutida na conta. Historicamente, a maior parte desses recursos arrecadados de impostos de energia fica com a União.

Pensando nisso, creio que essa "redução" na conta de energia proposta pela presidente Dilma que, segundo informações do mercado, deve ser de 20% para os clientes industriais e de 10% para os consumidores residenciais, é muito bem vinda. Só para se ter uma idéia, no ano passado, o governo arrecadou um valor estimado em R$ 18,4 bilhões com esses encargos (dados da Abrace). Já estava mais do que na hora de mexer e baixar o valor da conta de energia mensal de todos nós, contribuintes.

Porque o programa de concessões de Dilma é bom para o Brasil

O programa de investimentos em Logística anunciado recentemente pela presidente Dilma Rousseff é virtuoso sob todos os aspectos. Diferente das conhecidas privatizações do governo FHC ela trata o novo pacote como "concessões" à iniciativa privada e é, de fato, muito bem vindo.

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Nunca antes na história desse país – como costumava dizer o ex-presidente Lula – estradas e ferrovias tiveram um incentivo tão ousado com tanta possibilidade de repercussão na vida dos brasileiros. O anúncio da presidente Dilma, deste novo programa logístico teve, formalmente, o mesmo tom dos muitos outros pacotes formatados pelo governo para responder a problemas pontuais da economia, porém, este último já se projeta melhor, como uma excelente decisão estratégica para o nosso pais se vacinar, a curto e longo prazo, contra a crise que contagia a Europa.

Eu só espero que esse novo programa de investimentos que prevê a aplicação de R$ 133 bilhões em rodovias e ferrovias com a participação da iniciativa privada, o maior pacote de concessões nesse setor já feito no país, não venha acompanhado de firulas ideológicas de vários políticos na tentativa de lhe tirar o substancial. Este programa é, sim, um acontecimento marcante na vida da nação e deve estar muito acima de picuinhas ou colorações partidárias.

E apesar de toda a burocracia, dos entraves, lentidão e atrasos – como já ocorre nas obras do PAC – eu estou confiante e creio que estes obstáculos não impeçam a iniciativa desse ousado programa logístico. Pelo que se tem notado do governo Dilma até agora nada nos sugere que esse programa seja apenas um amontoado de palavras ou pura demagogia.

Este programa Logístico deve responder a sociedade por infraestrutura e também ao propósito de fazer o Brasil andar mais depressa, e a crescer a taxas elevadas em um mundo competitivo e globalizado. Lamento entretanto que, o meu estado, Pernambuco, tenha sido pouco contemplado nessa primeira fase das concessões da presidente Dilma, especialmente no setor rodoviário, mas acredito que há tempo suficiente para que o governo, caso queira, faça as devidas correções.