Sob uma estrela da sorte

Esta semana e com o título "sob uma estrela da sorte", a revista The Economist publicou uma longa reportagem sobre as eleições no Brasil, onde aponta que, se não houver nenhum cataclismo nacional até o dia do voto, a ex-ministra Dilma Vana Rousseff deverá ser eleita a primeira mulher presidente do Brasil já no primeiro turno. E tudo graças ao carisma e a imensa popularidade do presidente Luis Inácio Lula da Silva.

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Mas a revista destaca tambem que, caso eleita, Dilma poderá ter um desafio tão maior quanto o de comandar o país: terá que mostrar sua liderança e conter o apetite dos aliados e dos radicais de seu partido, o PT.

Diz a revista (em tom de insinuação): "Os principais parceiros da coalizão que apoiam o PT já estão falando de ministérios e vantagens que esperam obter. Com mais apoio na Câmara e no Senado e com uma líder mais fraca que seu antecessor, o próximo governo pode parecer mais forte no papel do que na prática".

Em verdade, eu penso que, no momento certo, Dilma deverá mostrar sim a sua capacidade de liderança e realizar um bom governo, pois é evidente que se ela não o fizer, poderá ter seus 4 anos conhecido apenas como um "mandato tampão". E isto é algo que, sinceramente, não creio que ocorrerá, mesmo com a insinuação dessa famosa revista.

6 Comentários:

Daniel disse...

Aonde é que tá a insinuação? Esqueceu que o vice dela é do PMDB, o partido mais fisiológico e oportunitas do Brasil? (quem te viu que te vê PT?!). Os "aloprados" petistas são uma ameaça real ao futuro governo, esqueceu do mau fadado plano nacional dos direitos humanos? Meu querido amigo, por mais apaixonada que seja a sua defesa à candidata petista, ela é uma incognita! Poderá fazer um ótimo governo ou ser mesmo um mandato tampão. Um coisa é ser ministro, ou seja, as suas competencias são limitadas a pasta, outra bem diferente é ser Presidente, pois gerencia, cobra, propõe, representa o País e tantas outras coisas que o cargo exige. Afinal, caso eleita, será por obra e graça de seu antecessor, e não por méritos próprios. Um abraço.

http://submundosemmim.blogspot.com

Fábio Mayer disse...

Rezo a Deus que, eleita, esta senhora tenha serenidade para aguentar as pressões enormes que sofrerá de dentro de sua propria "base aliada"... como disse um amigo meu hoje, aguentar o movimento sindical e o empresarial ao mesmo tempo não é fácil.

Creio que o PMDB vai cobrar a conta mais cedo do que se imagina. Mas já em relação ao PT e seus radicais, acho que Lula continuará mantendo-o sob rédea curta, até pelo bem do governo que provavelmente ele vai eleger.

Janaina disse...

Espero que ela cumpar com tudo que diz durante essa campanha.
Mandato tampão,ninguém merece.
Abraços.

Tiago P. disse...

Concordo com a revista.
Eu não creio que a Dilma aguente governar um país.

Vamos esperar pra ver neh.


(esse é o post pro movimento e-leitor?)

Valdeir Almeida disse...

Olá, Neto, tudo bem?

Eu, particularmente, não votarei em Dilma. Não vejo nela algo pessoal, como foi Lula. Ao contrário disso, quando olho para Dilma, vejo o reflexo do atual presidente. Se, ao menos, Lula fosse o candidato, possivelmente eu votaria nele (só possivelmente).

Mas, de qualquer forma, se ela ganhar - que, pelas pesquisas, é isso que irá acontecer - desejo que faça um ótimo governo e que saiba contornar o fogo amigo e as investidas da oposição.

Abração, Neto, e ótima semana.

Anônimo disse...

Votei na Dilma assinando um cheque para o Lula e ela é a melhor opção que temos,se ganhar temos a esperança da recuperação financeira da bolsa e do brasil, temos muitos empregos.O serra é uma herança do Fernando Henrique que nada fez alem de privatizar e embolsar,onde serra governou não resolveu nada, pelo menos não piorou.A Marina não têm apoio político, o partido verde é um nenem, e ofato dela conseguir 20% demostra a insatisfação do povo de renda mais elevada que normalmente apostariano psdb e o risco dela fazer loucura é grande, se ela ganhar todo investidor pode parar de investir, inclusive eu.

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