Hasta la vista River Plate!

De vez em quando vem um argentino aqui pra copiar meus posts, traduzí-los para seu idioma e publicar em seu site sem citar a fonte. Este post de hoje é pra ver se ele vai copiar também.

adeus-river-rebaixado

Só mesmo o cantor Carlos Gardel conseguiria traduzir tanto drama em uma história quanto o inédito rebaixamento do gigante time de futebol River Plate da Argentina. O arquirival do Boca Juniors e dono do maior estádio do país, que será palco da final dessa Copa América, foi rebaixado em casa, no domingo, após empatar com o modesto time do Belgrano em 1 a 1 - precisava vencer por dois gols.

Em mais um daqueles dias frio na Argentina, e com quase 50 mil torcedores presentes no estádio, aquele domingo nunca mais será esquecido. Não só pelo rebaixamento do time, mas por que marcava, ainda, o aniversário de 15 anos da última taça libertadores conquistada pelo grande River. O episódio dramático foi mesmo digno de um verso do famoso tango de Carlos Gardel: "Hasta la vista River!" :-) - Fonte: DP

PS: Como os hermanos sempre gozam da gente no futebol, esta foi a minha vez. Copia aí meu filho!

Como conquistar uma mulher fria

Ontem, conversando via Skype com um amigo e leitor deste blog, ele me confidenciou uma coisa sobre seu relacionamento. Disse-me que era casado com uma linda mulher há algum tempo e, na época em que namorava com ela, rolava de tudo na cama. Fazia um sexo quente e 'valendo' (suas palavras). Ela fazia todas as posições e, inclusive, o famoso 69 que ele tanto gostava - e eu aprecio. O problema, segundo o meu amigo, foi que depois que casou, sua mulher não quis mais fazer assim e ficava só num "papai com mamãe" meio desajeitado.

Sem saber o que tinha ocorrido, ele me perguntava o que deveria fazer para "esquentar de novo" a relação e incentivar sua esposa a atuar na cama como antes.

sedução

Bom, sem querer bancar o conselheiro sentimental ou sexual dele, já que não tenho a mínima vocação para isso (nesse assunto, sou mais de fazer do que de falar), resolvi deixar aqui minha opinião para o amigo contando um pouco de minhas experiências. Lembro apenas que, como é um assunto privado dele, ele deu autorização para publicar a resposta - sem citar o nome.

Olha, no começo de um relacionamento (qualquer um) tudo é luxuoso e master glamouroso. Tudo é festas e flores. As mulheres fazem todo tipo de coisa pra conquistar a outra pessoa. Para dar prazer, elas se esforçam, fazem as melhores posições, viram do avesso e podem até ser consideradas quase que atletas pornográficas na cama. Uma maravilha. Depois que casam, porém, as posições ficam repetitivas, o clima pesado e o desejo delas muda muito (mesmo!). Geralmente, no começo, a mulher faz o famoso sixty nine (69) na cama com o cara somente para agradá-lo. Pois, certamente, ela percebeu que essa era a posição que ele mais curtia. Era só uma jogada.

As mulheres são muito espertinhas meu amigo! Quando elas querem conquistar alguem fazem tudinho, tudinho mesmo, que o cara pede! A solução agora, no entanto, é conversar com ela e explicar que você quer voltar a fazer as mesmas coisas que fazia antes de casar.

Quer outra dica melhor? Capriche nas preliminares. Fale pra ela umas baixarias antes do sexo, mesmo as mais básicas ok! Com jeitinho. No ouvido. Qual mulher não gostaria de ouvir? Sussurre que ela é uma "gostosinha" ou uma "delicia". Isso aumenta cada vez mais o apetite sexual. Toda mulher gosta de ser e sentir-se desejada de alguma forma. E entre quatro paredes, vale tudo.

Falar palavras picantes na hora do sexo pode, sim, ser considerada uma boa preliminar. Pois, muitas vezes, é isso que dá início a pegação propriamente dita. E para esquentar ainda mais, apimente a relação usando algumas coisinhas diferentes e comestíveis. Por exemplo, brinquem com mel, champagne, leite condensado, brigadeiro, chantilly...

Depois vem os beijos, abraços, amassos e... Ah! O fim dessa brincadeira você sabe como é né? :-)

Os pobres metidos a ricos

No Brasil, existem três tipos de pessoas: os ricos, os pobres e os pobres metidos a ricos. Essa última classe é a pior, pois esse pessoal vive querendo fingir e querendo aparentar ser quem, na verdade, não são. Apesar de ter uma condição de vida melhor que a de muitos miseráveis Brasil afora eles ainda são considerados pobres por causa justamente de suas... atitudes.

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Essa gente, embora sacrificadas, ganha pouco e gasta muito, e gastam mal. Na tentativa de suprir suas demandas, elas compram todo tipo de supérfluos que veem pela frente e consomem sem nenhum objetivo. Pior é que, ilusoriamente, pensam que o crédito abundante hoje em dia, das lojas e no banco, e o seu cartão de crédito, representa "um salário a mais" pra elas no fim do mês.

Eles tem pouca e nenhuma noção de investimento ou poupança. Constantemente vivem dizendo besteiras, fazendo bobagens e, na maior parte dos casos, estão todas endividadas ou atoladas até o pescoço em dívidas. Os pobres metidos a ricos querem viver e andar como os ricos, curtir como os ricos, passear como os ricos, falar como os ricos, e mostrar que tem conhecimento e a cultura que os ricos tem. É fácil distinguir essas pessoas na rua ou em um shopping por exemplo, pois elas sempre andam juntas, agarradinhas, dão vacilos e mostram a que tipo de classe social pertencem, e o nível que tem.

Entretanto, graças aos programas sociais e aos avanços econômicos no país, e a enorme oferta de crédito disponível hoje em dia, esse pessoal, antes excluídos socialmente, tem agora a oportunidade de estudar, de se instruir e estão nadando em dinheiro. Enfim, já podem ser chamadas de os novos ricos do país.

O problema é como disse certa vez um amigo meu, ao se referir a um deles:
ser-pobre-é-foda
"As vezes eles saem da pobreza, mas "a pobreza" não sai, deles".

Eu hein!

Homofobia e preconceito nas escolas: até quando?

Depois do barulho na imprensa o governo recuou e, uma vez que a presidente Dilma cancelou a distribuição do Kit do projeto Escola sem Homofobia, fica agora a pergunta. Esse kit será substítuido ou nós vamos passar a ignorar o preconceito que existe contra os homossexuais nas escolas para ver se ele desaparece?

homofobia-preconceito-escolas

Especialistas reclamaram do kit do governo porque entenderam que se tratava de material educativo de boa qualidade, que deveria colocar nas salas de aula a discussão em torno do preconceito contra homossexuais. E seria um bom debate sobre diversidade. Entretanto, pressionada pelo que há de mais conservador, a presidente Dilma cancelou a distribuição do kit anti-homofobia.

O interessante é que esse material foi construído de forma coletiva para atender à reivindicação de todos os cidadãos (homo e heterossexuais) que queriam viver em paz. E agora, deixa a pergunta: O que o governo irá sugerir que se faça? Que se ignore o assunto e se feche os olhos para os eventos de homofobia nas escolas?

Bom. Que a aids é uma questão pessoal das famílias é uma verdade, mas, eu penso que o governo deve sim, claramente, se posicionar no assunto. Até para que não fique com a pecha de liberal demais - 'de deixar rolar' - com a violência homofóbica.

Para conhecer o kit anti-homofobia, vá aqui. E veja também o ótimo vídeo oficial da campanha aqui.

Fones de ouvido podem fazer mal à saúde?

Essa mania dos iPhonemaníacos...

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Aqui em Recife está na moda os jovens, ao passearem nos ônibus e metrô, escutarem suas músicas prediletas em seus iPhones e Mp3 players coladinhos ao ouvido. Ontem, eu deixei o carro em casa e fui passear de metrô a caminho do sítio de meus pais. De uns 10 passageiros ao meu redor no vagão 6 usavam iPods ou outros Mp3 Players e ouviam música. São pessoas que, a certa altura dos acontecimentos, se apartam do mundo ao redor para viverem "em seu próprio mundinho".

Não é uma crítica à eles, mas me entendam bem: se sou capaz de ouvir a música que toca num fone de ouvido de um sujeito a 3 metros de distância de mim, mesmo com o ruído barulhento de um metrô, é provável que essas pessoas venham a ter em breve problemas auditivos ou até surdez, não? Pois é. E esse é um sério problema de saúde pública que precisa ser encarado.

Nada contra usar os iPods, iPhones, Mp3 Players ou iPads. Eu até gosto deles, mas, caso não exista mesmo uma orientação para esses jovens quando utilizam esses brinquedinhos tecnológicos, prevejo que no futuro todos teremos de falar aos gritos.

Agora, nem tudo é ruim é verdade, já existe uma campanha na web em prol da saúde auditiva desses jovens (Veja: aqui). E até para quem curte e adora a mania, uma estudante esperta de SP criou o Metro Phones. A ideia do site dela é bem curiosa: saber quais são as músicas que as pessoas "tanto" escutam no metrô. Vale uma visita :-)

Imagem: via MetroPhone.

Quem é ou como se define a mulher piriguete

Existem mulheres que fazem o tipo da "certinha estudiosa" mas sempre tiveram simpatia pelas piriguetes. Na verdade, qual mulher nunca quis sair, ao menos um dia, bem sexy, com aquele shortinho curto, de cabelão solto, super-maquiadas e de salto alto? Qual mulher nunca quis seduzir aqueles homens belos e afortunados e deixá-los correndo atrás ou babando por elas? Muitas, e principalmente quando são jovens.

piriguetes

Ser uma piriguete não é o mesmo que ser prostituta, pois a prostituta cobra pra fazer sexo, a piriguete não. Ela dá de graça, e dá, muitas vezes, por interesse ou desejo. Esse tipo de mulher é aquela que está pouco se lixando para o que eu digo, o que você diz, ou para a opinião pública ou alheia.

Por mim, não tenho nada contra elas, pelo contrário, tenho até uma certa simpatia pela mulher piriguete. E é como já disse o Ivan Martins ao definí-las: "Elas expressam, de uma forma às vezes caricatural, sentimentos que estão por toda parte, reprimidos. São mulheres que não disfarçam sua intenção de atrair os olhares dos outros e nem têm o pudor de exibir o decote que outras mulheres pensariam 10 vezes antes de pôr à mostra. As piriguetes, na verdade, fazem às claras, todo o tempo, o que outras mulheres só têm a coragem de fazer de vez em quando, embora gostem"

Numa sociedade hipócrita como essa que vivemos, que incentiva as mulheres a se preocuparem com a aparência e a serem sedutoras 100% de seu tempo, as piriguetes são as que mais curtem a "moda" sem hesitar, e sem nenhum receio de parecerem ridículas. É por isso que acho que não é a roupa ou o corpão que define uma mulher piriguete, mas a atitude.

E antes que alguma mulher (ou homem) me ataque aqui por achar-me preconceituoso com este post, aviso: isso de preconceito e rótulo é a coisa mais absurda e sem sentido que já inventaram. É fruto de algumas pessoas invejosas que, obviamente, são travadas, recalcadas e nunca souberam viver a vida sem se preocupar com a opinião dos outros. O importante não é ser uma "piriguete" ou uma "santinha do pau oco" se prefere ser assim. O importante é saber viver e gozar a vida como se deseja. Sejam felizes!

IPv6: você pode estar sendo monitorado!

Hoje (08/06/2011), é considerado pelos viciados em tecnologia, morcegos cibernéticos e nerds, o dia do IPv6. Você com certeza já ouviu falar nessa palavrinha, mas deve estar se perguntando: mas que diabos é IPv6? Bom. Vamos saber alguns detalhes.

protocolo-IPV6

O protocolo IPv6 é baseado na filosofia "endereços IPs em qualquer lugar", ou melhor, "endereços IPs para qualquer dispositivo eletrônico". Para dar um exemplo disso, entenda o seguinte: hoje em dia, você já sabe que quando navega na internet deixa por aí rastros certo? É que softwares de análises estatísticas coletam esses rastros e permitem que o dono do site (o webmaster) descubra de onde você está vindo, o que estava procurando no site, qual navegador utilizou e qual foi a última página do site dele que visitou...

Com o protocolo IPv6, que os EUA estão adotando agora, ainda mais informações suas irão ser coletadas pela web. Ou seja, mais endereços IPs estarão disponíveis para todos os brinquedos e itens que você tem e guarda, aí mesmo dentro de sua casa. Ex: Sua geladeira nova terá um endereço IP. Seu forno de microondas também. Seu chuveiro elétrico, sua TV e lâmpadas da casa idem. O padrão atual é IPv4 que tem 32 bits, mas o IPv6 tem até 128 bits, portanto, é mais conveniente para rastrear os aparelhos tecnológicos.

Na internet eu já imagino a seguinte cena de uma leitora em meu blog:

Cris visitou meu site por 2 minutos, checou meu perfil e viu minhas fotos no Flickr. Ela mora em Viena, Áustria. Tem um computador Pentium iCore 3 e usa o Windows 7. O endereço IP dela é 4.75.127.0 e o seu provedor de internet é local. Quando esteve aqui ela utilizava a versão do Firefox 3.0. Visitou meu site após pesquisar no Google as palavras "relacionamento" e "homem bonito"...

É fictício, claro! Mas com esses softwares de estatísticas atuais é quase isso o que eu consigo, exceto o nome: Cris. Alguns desses pacotes de análises também trazem um mapa da área em que a Cris reside, então, imagine esse recurso ligado ao Google Maps ou ao Google Earth mostrando uma imagem de satélite da casa dela?

Parece absurdo, mas não é. Com base nisso e com o IPv6 funcionando, tudo na web hoje poderá ser monitorado. O negócio irá a tão extremo que os autores de blogs (nesse exemplo, eu) não só saberei que a Cris me visitou, como também saberei a que horas ela apagou as luzes de sua casa, quais os programas de TV que ela assiste, qual a música que ela escuta antes de dormir, com que frequencia toma café... E tudo isso me baseando somente numa análise dos endereços IPs de seus dispositivos.

Se por um lado este rastreamento pode ser bom por outro pode ser perigoso, pois onde existir uma grande quantidade de informações pessoais disponíveis de alguem, sempre haverá também pessoas mal intencionadas querendo explorá-las. E acreditem! Isto agora não está muito longe de acontecer...

Agradecimento: À Cris do Cafofo Online pela permissão de usar seu nome neste post.

Brasil sem Miséria: a hora da verdade chegou

Seria uma injustiça imaginar que o governo Dilma/PT bate bumbo no programa Brasil sem Miséria só para garantir um refresco no ambiente político. O programa, além de ser compromisso de campanha da presidenta, é uma bela e louvável iniciativa. Um pouco utópica é verdade, mas sem utopia ninguém vai longe.

Brasil-sem-Miséria

Apesar de torcer pelo sucesso dele, não sei se o governo Dilma vai conseguir acabar com a miséria neste país. É arbitrário restringir o universo dos miseráveis a quem ganha menos de R$ 70 por mês, mas acho importantíssimo que esse governo esteja se dedicando a tentar eliminar a pobreza extrema, essa praga terrível. E é um pouco como lembra aquele dito jornalístico: "alcançá-la completamente é impossível, mas buscá-la é essencial".

O governo definiu que o país tem, atualmente, cerca de 16 milhões de miseráveis, ou seja, oficialmente, é menos de 10% dos brasileiros nessas tristes condições. Se a realidade do país nunca é tão bonita quanto diz o governo de plantão, tampouco é tão feia quanto faz crer a atual oposição. Isto também lembra que o nosso desenvolvimento e nossas políticas sociais, vindas desde a revolução de 1930, aperfeiçoadas continuamente produziram hoje um país melhor.

O conceito do programa Brasil sem Miséria é bom. O Estado vai procurar ser mais ativo, indo atrás dos muitos pobres para oferecer-lhes não só ajuda, mas também oportunidades. Todos sabemos que uma coisa não condiciona à outra, mas não sou eu, tão preconceituoso como a elite, a ponto de achar que um 'tantinho' de dinheiro vindo do governo aos mais pobres vai fazer com que eles se conformem com essa situação.

Mães e pais querem o filho progredindo, e isto vale tanto para ricos quanto pobres. E mais do que isso, os pobres desejam muito eles próprios avançar. Eu sei disso. Eu já fui pobre e sei.

pobreza-extrema

Portanto, eu aplaudo a iniciativa do Brasil sem Miséria e, desde agora, no âmbito desse programa, sugiro à presidenta Dilma uma outra iniciativa semelhante voltada para a Educação: "Que tal agora buscar acabar com a vergonhosa má qualidade do ensino público deste país oferecido aos mais pobres, na comparação com o ensino particular proporcionado aos ricos e a classe média?". Penso que é preciso enfrentar as megacorporações autocentradas que monopolizam a agenda educacional desse Brasil, afinal, uma coisa, um caminho, leva a outro, ou não?

Desconectado eu? Nem morto!

A cada dia que passa está mais do que evidente que estamos muito dependentes da internet. Seja através dos diversos meios de armazenamentos existentes - CDs, DVDs, HDs externos, Ipads, pendrives - seja através da forma online, como sites, discos virtuais, blogs, etc. Toda a nossa vida, ou nosso histórico, pode estar acessível hoje, para todos, em qualquer lugar que estivermos.

desconectado

Eu, por exemplo, como registro, tenho este blog, meus e-mails, meus filmes prediletos, minhas playlists, contatos, webcam para ver a família, sites favoritos para checar minhas ações, time de futebol, tudo ao toque de um dedo no meu notebook. E já estou precisando até fazer massagem toda semana pra conseguir carregar na mochila minhas parafernálias. Sem falar que meu salário nem dá pra comprar todos os gadgets que eu gostaria.

Ontem, pelo Skype, um amigo me falou de um estudo interessante sobre essa nossa nova Era Conectada. Foi assim: as empresas OMD e Yahoo! juntaram 13 famílias norte-americanas que são usuárias "pesadas" (assíduas) da internet e retiraram delas todos os seus aparelhos tecnológicos. Deixaram-nas confinadas em uma casa por várias semanas sem internet, totalmente desconectadas (ao estilo Big Brother mesmo). A ideia era entender o que as pessoas sentem quando ficam sem acessar a web por muito tempo. O resultado foi impressionante: todos tiveram problemas de saúde, stress, irritação, frustração e, alguns, até depressão.

O problema mais sentido foi a sensação de isolamento. Os resultados da pesquisa podem ser vistos aqui.

É cada vez mais comum que as pessoas encontrem as informações mais necessárias para sua vida na internet. Eu entendo, porque desde que começei a me conectar, lá pelos anos 90, posso contar nos dedos os dias em que fiquei sem checar meus e-mails. Agora, se você me perguntar hoje se eu participaria de um evento desse tipo, minha resposta seria: Eu? Ficar sem internet? Nem se disso resultasse a cura de uma doença. :-)